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Principais Aplicações


Economia de Energia

Sistemas Grid-Tie

Sistemas para geração de energia Solar, Eólica ou Hibrida, sendo a produção injetada diretamente na rede elétrica. Este sistema reduz significativamente os valores pagos à companhia elétrica, uma vez, que o consumidor irá gerar parte ou toda a energia utilizada.

Geração De Energia

Sistemas Off-Grid

Sistemas de geração de energia independente para localidades sem o fornecimento de energia. Fazendas, chácaras, casas de praia são apenas algumas das possibilidades para uso destes sistemas.

Sistemas de No-Break

Energia Essencial

Sistemas para alimentação de equipamentos que não podem parar, tais como, centrais telefônicas de condomínios, centrais de monitoramento, estações de retransmissão de internet e telefonia, equipamentos médicos, etc...

Nossos Produtos


Geradores Eólicos

Geradores eólicos PMA de alta performance, alta durabilidade e baixa rotação. Podem ser utilizados em uma ampla gama de aplicações e sistemas. Os geradores são produzidos em nossa fábrica, utilizando materiais 100% nacional.

Paineis Solares

Representante no Brasil da Axitec, temos paineis solares de alta capacidade, grande confiabilidade e durabilidade. Paineis Solares com certificações internacionais e selo do INMETRO.

Controladores

Controladores de carga para energia eólica de alta potência capaz de suportar uma ampla gama de geradores nacionais e importados.

Pás Eólicas

Pás eólicas em Fibra de Vidro, para uma ampla variedade de potências de geradores, sejam nacionais ou importados.

Uso da Energia Limpa


Créditos de Carbono.

Créditos de Carbono são certificados que autorizam o direito de poluir. O princípio é simples. As agências de proteção ambiental reguladoras emitem certificados autorizando emissões de toneladas de dióxido de enxofre, monóxido de carbono e outros gases poluentes. Substituição de combustíveis fósseis por energia limpa e renovável, como eólica, solar, biomassa, PCH (Pequena Central Hidrelétrica), geram créditos de carbono.

Inicialmente, selecionam-se indústrias que mais poluem no País e a partir daí são estabelecidas metas para a redução de suas emissões. A empresas recebem bônus negociáveis na proporção de suas responsabilidades. Cada bônus, cotado em dólares, equivale a uma tonelada de poluentes. Quem não cumpre as metas de redução progressiva estabelecidas por lei, tem que comprar certificados das empresas mais bem sucedidas. O sistema tem a vantagem de permitir que cada empresa estabeleça seu próprio ritmo de adequação às leis ambientais.

Estes certificados podem ser comercializados através das Bolsas de Valores e de Mercadorias, como o exemplo do Clean Air de 1970, e os contratos na bolsa estadunidense. (Emission Trading ?Joint Implementation).

Há várias empresas especializadas no desenvolvimento de projetos que reduzem o nível de gás carbônico na atmosfera e na negociação de certificados de emissão do gás espalhadas pelo mundo se preparando para vender cotas dos países subdesenvolvidos e países em desenvolvimento, que em geral emitem menos poluentes, para os que poluem mais. Enfim, preparam-se para negociar contratos de compra e venda de certificados que conferem aos países desenvolvidos o direito de poluir.

Crédito de Carbono é então, uma espécie de moeda ambiental, que pode ser conseguida por diversos meios:

Projetos que absorvam GEE (Gases de Efeito Estufa) da atmosfera, reflorestamento, por exemplo:

  • Redução das emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis;
  • Substituição de combustíveis fósseis por energia limpa e renovável, como eólica, solar, biomassa, PCH (Pequena Central Hidrelétrica) etc;
  • Aproveitamento das emissões que seriam de qualquer forma descarregadas na atmosfera (metano de aterros sanitários), para a produção de energia.
Selo Verde.

A Eletrobrás e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO) lançaram a Etiqueta de Eficiência Energética de Edificações Comerciais, de Serviços e Públicos, que vai classificar os prédios conforme seu consumo de energia. A iniciativa faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).

As construções participantes do programa serão analisadas em três aspectos: envoltório (fachada e entorno), sistema de iluminação e condicionamento de Ar. a partir dessa avaliação, os edifícios receberão etiquetas que vão de A (melhor nível de eficiência,) até E (pior qualificação). Na fase inicial do projeto, a participação é voluntária, mas, gradualmente, ela passará a ser obrigatória. Há ainda previsão de incluir os prédios residências na classificação.

A intenção é facilitar o entendimento da eficiência energética das construções “para que o consumidor possa escolher o melhor prédio de acordo com seus interesses de ter uma conta de energia menor e de poder contribuir para resolver o problema da sustentabilidade do mundo? ressaltou o presidente do Inmetro, João Jornada.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo, Sergio Watanabe, embora possa levar a aumento no preço dos imóveis, a etiqueta terá um apelo para o consumidor. Ele explicou que, “apesar de o valor subir no primeiro momento, os edifícios economicamente sustentáveis devolverão esse aumento de preço durante a manutenção da edificação em seu período de vida útil?

A incorporação de edifícios antigos também está entre os objetivos do programa. Segundo João Jornada, “uma boa reforma?pode proporcionar economia de até 30% na conta de luz de um condomínio.

O presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz, destacou que a adequação das construções brasileiras à necessidade de sustentabilidade ambiental “gera um impacto enorme no papel do Brasil como player na questão da emissão de gases causadores do efeito estufa?

Formas de Uso


Modelo Desconectado ou Off-Grid:

Este modelo é tipicamente utilizado onde a rede elétrica convencional não está presente.

Funcionamento:

O Funcionamento deste modelo é bastante simples e de fácil entendimento. O gerador de energia, que pode ser, Paineis solares, geradores eólicos, geradores hidricos, etc.. acumulam a energia gerada em baterias. A energia gerada, normalmente tensão continua, que está entre 12 e 24 volts, é transformada em energia utilizável através de um inversor de tensão, que converte a energia continua da bateria em tensão alternada geralmente 110 ou 220 volts, que pode ser utilizada pelos equipamentos elétricos da instalação onde o sistema está implantado.
Neste sistema o numero de baterias, determina a autonomia do sistema, ou seja quanto tempo a energia vai durar quando a capacidade de geração ficar comprometida, seja por falta de sol, vento ou outro motivo que impede a geração. Um gerador de Emergência pode ser adicionado ao sistema para uso em situações críticas.

Modelo Desconectado Misto

Este modelo se aplica em situações em que existe a rede elétrica convencional, e o usuário pode escolher qual energia utilizar em determinado momento ou em quais lugares da sua residencia, condominio, fabrica, a energia limpa será utilizada.

Funcionamento:

Este modelo tem uma excelente relação de custo benefício principalmente em centros urbanos, neste modelo que é praticamente idêntico ao sistema desconectado, o usuário escolhe dentro do imóvel qual a(s) dependência(s) utilizarão a energia limpa, deixando para a energia da concessionária apenas os equipamentos considerados inviáveis para uso, como condicionadores de ar, fornos de microondas, chuveiros elétricos, dentre outros. Para a aplicação deste modelo, as redes do imóvel devem ser separadas, por exemplo, você pode ligar toda a iluminação da casa no sistema, deixando apenas as tomadas para a concessionária. O uso racional, seria a colocação da iluminação, e algumas tomadas chaves, tais como tv, telefones sem fio, receptores de tv, etc... a principal vantagem deste sistema, é que mesmo sem a energia da concessionária, o usuário permanece com a iluminação e os equipamentos críticos totalmente operacionais e dependendo do tamanho dos sistema, por vários dias.

O Modelo Conectado ou Grid-Tie

Este modelo é o mais utilizado na Europa e Estados Unidos, pois ha uma facilidade de integração com as companhias de eletricidade, que tem interesse em que o usuário produza a sua própria energia.

Funcionamento:

Neste modelo, toda a energia produzida é introduzida na rede elétrica, fazendo que o medidor gire ao contrário, quando o potencial produzido é maior que o potencial solicitado.
O inversor tipo Grid-Tie, é que faz toda a transformação e a integração da fonte de energia com a rede elétrica local.
O uso de baterias não se aplica aqui, pois o inversor gerencia e aplica na rede toda a energia gerada. No Brasil, é nescessário um projeto, para a instalação deste modelo o que pode encarecer a sua aplicabilidade. A desvantagem deste modelo é que em caso de falta de energia da concessionária, o usuário fica sem energia, pois o inversor, só trabalha com sincronização da rede.

Micro Geração


VANTAGENS DA MICROGERAÇÃO DE ENERGIA SOLAR / EOLICA AUTORIZADA PELA RESOLUÇÃO 482:

  • Reduz consideravelmente os valores da sua conta de luz.
  • Gera créditos de energia durante o dia que podem ser utilizados à noite ou em outras épocas do ano.
  • Gera energia limpa contribuindo com a preservação do planeta.
  • Não é mais necessária a utilização de baterias.

Como Funciona a Mini e Micro Geração

A utilização do benefício de compensação de energia, conforme estabelece a Resolução Aneel de 17/04/2012, é facultada a todo consumidor que implantar na sua unidade consumidora centrais geradoras de potências instaladas de até 1000kW .

As centrais geradoras devem utilizar fontes com base em energia hidráulica, solar, eólica, biomassa ou cogeração qualificada,

As centrais com potência instalada de até 100kW são denominadas microgeração e as centrais com potência instalada de 101kW a 1000kW são denominadas minigeração.

O sistema habilitará a unidade consumidora que possui tais centrais geradoras, segundo os critérios e ritos das normas e procedimentos específicos a atender o seu consumo próprio e injetar o excedente de geração na rede elétrica da concessionária de forma a gerar créditos de energia a serem compensados no seu consumo.

ATENÇÃO: NÃO É VENDA, É COMPENSAÇÃO.

Caso a energia gerada seja superior a energia consumida, a diferença será utilizada para compensação, preferencialmente, dentro do mesmo ciclo de faturamento, observando as proporcionalidades entre as diferentes tarifas, quando for o caso.

Esse sistema tem analogia com uma “conta-corrente?de energia entre consumidor e concessionária. Os eventuais créditos resultantes da geração excedente ao consumo próprio expiram em 36 meses após a data do faturamento, não sendo ofertada ao consumidor qualquer forma de compensação após esse prazo. Os montantes de energia ativa injetada que não tenham sido compensados na própria unidade consumidora não poderão ser comercializados, porém poderão ser utilizados para compensar o consumo de outras unidades previamente cadastradas para este fim e atendidas pela mesma concessionária, cujos dados cadastrais do titular (CPF/CNPJ) sejam os mesmos da unidade com sistema de compensação de energia elétrica.

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